Publicidade

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Produção de ovos de codorna diminui por causa do calor

Semanas seguidas de muito calor diminuíram a produção de ovos de codorna, em Mogi das Cruzes, São Paulo. Os criadores tiveram que usar a criatividade para driblar o problema.
O calor desse verão está de matar e Roberto Engbruch, que cria 100 mil codornas para produção de ovos em um sítio em Mogi das Cruzes, sabe bem disso. As aves não aguentam as temperaturas altas e o resultado é o aumento de 6% no índice de mortalidade provocado pelo estresse. Prejuízo certo na granja. “Você pega a mortalidade de 6 a 7%, mais o impacto negativo de produção, a soma é de 10% de perda no mês, isso é bastante representativo”, reclamou o criador. Leia mais

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Surto de gripe aviária

Mianmar precisou sacrificar mais de 50 mil patos e frangos depois que 700 deles morreram em consequência de uma suposta epidemia de gripe aviária na região oriental do país, informou nesta sexta-feira a imprensa da dissidência.
A suposta epidemia foi localizada no distrito de Bumay, no estado de Rakhine, onde há pelo menos 75 criações e granjas afetadas. As autoridades sanitárias birmanesas investigam se a epidemia foi causada por aves migratórias ou por frangos importados da vizinha Bangladesh.
Se a epidemia for confirmada, o surto de gripe aviária será o quinto em Mianmar desde 2006, quando a doença foi detectada pela primeira vez no país em uma granja de codornas e faisões nos arredores de Yangun.
Apesar dos surtos, até hoje Mianmar não informou de nenhum ser humano afetado pelo vírus. Leia mais...

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

600 mil aves mortas no Espírito Santo

Cerca de 500 mil galinhas e 100 mil codornas morreram afogadas em um córrego que subiu 8 m e atingiu 13 galpões na região serrana do Espírito Santo no último final de semana. O prejuízo estimado é de R$ 20 milhões. O interior do Estado é uma das regiões mais atingidas pelas chuvas.

As chuvas que atingem o Espírito Santo, desde a noite do dia 24, destruíram a segunda maior granja do Brasil, que fica no município de Santa Maria de Jetibá. Funcionários tentaram resgatar as aves que sobreviveram. Veja mais...

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Temperatura e umidade na encubadora e ambiente para uma perfeita eclosão dos ovos de codorna

A temperatura ambiente tem grandes impactos na produção de ovos das aves. Um bom sistema de refrigeração é muito importante para manter não só a quantidade de produção como a qualidade dos ovos. O estudo sobre o efeito da temperatura na produção de ovos de codornas japonesas mostra que este impacto pode ser maior do que se imaginava. A variação entre a condição ideal (21ºC) e a realidade do clima brasileiro (com temperaturas perto dos 36ºC) pode gerar uma diferença de 18% na quantidade produzida pelas codornas e até 25% na redução de massa dos ovos.

O período de encubação das codornas é de 17 dias. Desses, os filhotes devem ficar 14 dias na encubadora e os últimos 3 dias no nascedouro. A temperatura (bulbo seco) varia. Nos primeiros 14 dias a temperatura deve ser de 37,4ºC enquanto nos últimos 3 dias deve ser de 37,2ºC. Já a umidade (bulbo úmido), que também é importante, deve ser entre 28,9ºC a 30ºC nos primeiros 14 dias e nos últimos 3 dias deve ser entre 32,2ºC e 34,4ºC. Enquanto a temperatura deve ser diminuída nos últimos dias a umidade deve ser maior já que as codornas já são embriões e com a umidade baixa eles podem morrer. O professor, Carlos da Boa Viagem recomenda não virar os ovos após o 15º dia.

fontes: Nordeste Rural e Dia de Campo