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quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Criadores de Bastos e região redobram os cuidados com as codornas

Atentos às altas temperaturas que tomaram conta da região nesse período, em 2012, os avicultores que também se dedicam à produção de ovos de codorna em Bastos e região redobram os cuidados com a pequena ave. Ela é mais sensível que as galinhas ao calor e também ao frio. Por isso, os galpões devem estar bem protegidos, evitando-se muita luz, vento e calor. As pequenas aves exigem particularidades em manejo.
As granjas de Bastos e Iacri colocam por mês no mercado cerca de 81 milhões de ovos de codorna. Segundo o Sindicato Rural de Bastos, a produção atual é o dobro da registrada há cinco anos. Ao longo de uma década, os avicultores da região têm levado seu know-how de bons produtores de ovos comerciais também para a coturnicultura, como é chamada a atividade que se dedica à produção de carne e ovos de codorna. Os altos índices de produção e produtividade comuns à avicultura com galinhas, um selo da região da Capital do Ovo, têm sido levados a bom termo também na coturnicultura.
A atividade é ainda mais antiga no entorno de Bastos. Em Iacri, cidade de quase 7 mil habitantes, a 9 km da Capital do Ovo, há produtores como o Arildo Lino Peixoto, que cria a codorna há 25 anos. Criador aplicado, como exige a atividade, Arildo conta que é pioneiro em codorna na região. Começou com uma pequena granja, depois se associou a outro produtor de Iacri, tornando-se expert no assunto, e então, em janeiro deste ano, passou a investir sozinho na propriedade que possuía no início de sua carreira. Hoje, mantém na Granja Paulista 200 mil aves, produzindo 220 caixas de ovos por dia. Satisfeito, Arildo conta que está concluindo mais um barracão para passar a alojar mais 25 mil aves, o que lhe renderá mais 30 caixas de ovos/dia.
Mas os produtores de ovos de codorna, a rigor os mais tradicionais, costumam não propalar somente o sucesso pois, segundo eles, essa imagem fantasiosa de que tudo é simples e lucrativo acaba atraindo aventureiros para o setor; em busca de retorno rápido. E esses criadores de “sucesso instantâneo” acabam “estragando” o mercado, que no Brasil ainda convive com muito amadorismo. Pequenos produtores aventuram-se no alojamento de 1000 a 5 mil codornas, entusiasmados com reportagens jornalísticas que exaltam a lucratividade da criação mas minimizam os problemas. Muitos desses pequenos investidores quebram e esse é um dos fatores que fazem a atividade ter uma forte oscilação no número de granjas. Especialistas na área criticam esse tipo de divulgação na imprensa, que consideram irresponsável, “um desserviço”.
Longe desse amadorismo, produtores como Arildo, de Iacri, e os irmãos Janes e Alfredo Nakanishi, de Bastos, dedicam-se à atividade com o profissionalismo que eles sabem ser necessário para enfrentar os altos e baixos da avicultura. Ao lado, sempre uma dose extra de paciência e perseverança. Tem sido com esses ingredientes que a coturnicultura ganhou fôlego no Brasil. Segundo dados do IBGE, a produção de ovos de codorna em 2011 estava na casa dos 260 milhões de dúzias, 12% a mais do que o registrado em 2010. São Paulo concentra 60,4% do total da produção nacional, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.
Em Bastos, a atividade ganhou impulso no início dos anos 2000, quando os produtores de ovos do município entenderam que podiam aproveitar a estrutura, o know-how e a logística de distribuição dos ovos de galinha. Muitos produtores de ovos comerciais passaram a montar aviários de codornas para atender pedidos de sua clientela, principalmente atacadistas. Como esses avicultores aproveitavam para a codorna a mesma logística de fabricação da ração, distribuição e comercialização que já possuíam para aos ovos comerciais, a atividade foi se desenhando cada vez mais viável. É o caso dos irmãos Nakanishi, que comandam a granja que tiveram a ideia de implantar no início da década.
Acreditando no mercado como promissor, James e Alfredo decidiram abrir a granja em 2001, com 20 mil pintainhas de codornas; o pai Tsunehiro – um avicultor de grande sucesso em postura comercial – apoiou a decisão. Hoje, a granja tem 280 mil aves e a produção está na faixa de 280 caixas de ovos por dia. Mas, como Arildo, de Iacri, Alfredo prefere não amplificar os resultados, afinal, os custos não têm colaborado para dividendos melhores, como já aconteceu em outros anos. Assim como o mercado de ovos de galinha, as granjas de codorna também estão enfrentando a alta dos preços dos insumos, notadamente a soja e o milho que compõem a ração das aves. E a codorna, como explica Alfredo, exige mais proteína na alimentação.
Hoje, uma caixa com 50 dúzias de ovos de codorna está custando ao produtor entre R$29,00 e R$30,00 – sem contar o custo da embalagem – e o preço no mercado estava em R$34,00 no dia da entrevista, há uns 10 dias. O lucro do avicultor, portanto, ficava entre R$4,00 e R$5,00. Levando-se em conta o custo médio de produção, há cinco meses, por exemplo, os coturnicultores estavam tendo prejuízo, pois o mercado estava pagando apenas R$26,00 a caixa.
Arildo Peixoto diz que a o mercado está numa fase boa; “só não está melhor porque o custo de produção está alto”, diz ele, corroborando o que dizem todos os avicultores, de Norte a Sul do país. Mas Arildo tem uma vantagem em relação a muitos produtores: ele conta com uma fábrica própria para fazer sua ração. Com isso, o produtor de Iacri mantém uma relação mais amigável com os custos de produção, em especial com a alimentação das aves. Na ponta do lápis, Arildo economiza 30% nos custos da alimentação, o que vai reverter em 10% a menos de despesas no custo final do seu produto.
São esses altos e baixos do setor que demandam paciência, cuidado rigoroso com a administração da granja e muita perseverança, concordam Alfredo e Arildo. “O mercado da codorna é sazonal, ou seja, oscila de acordo com a época do ano”, explica Alfredo Nakanishi. Segundo ele, a expectativa para os próximos meses é de um aumento na demanda, pois vêm aí o verão, as festas de fim de ano e as férias, período em que as famílias costumam gastar mais com a alimentação e os restaurantes, clientes desse mercado, também compram mais para atender seus fregueses. Nesse sentido, os Nakanishi de Bastos também ampliam suas vendas, já que têm como clientes restaurantes e distribuidores de cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília.
Aliás, a conquista desse cliente diferenciado aconteceu há 6 anos, quando esses empresários de Bastos também enxergaram no processamento dos ovos de codorna um nicho a ser explorado com mais atenção. Os dois irmãos criaram então a Cia da Codorna, uma fábrica de ovos de codorna cozidos e embalados, cuja venda é destinada a restaurantes de grandes centros. Atualmente, a fábrica processa cerca de 450 caixas de ovos por dia, produto mantido em conserva leve, ou seja, adicionado à salmoura suave, que não afeta o sabor do ovo e que dura em geladeira por 30 dias.
A nova investida dos irmãos Nakanishi agora é na direção da conserva em vidros, sem necessidade de refrigeração e com durabilidade de um ano, o que está sendo feito para atender a demanda de supermercados.
A GRANJA PAULISTA
Manter a clientela satisfeita e abrir novos mercados também é marca registrada do produtor de Iacri, Arildo Peixoto. Ele mantém a tradição de seu trabalho no Oeste Paulista graças à qualidade que imprime aos ovos que produz. Seus resultados em campo se convertem na confiança de uma clientela que se mantém fiel há mais de duas décadas. Caprichoso, o coturnicultor iacriense levou para sua Granja Paulista o mesmo cuidado que vem mantendo viva a produção de ovos de codorna na lembrança dos clientes antigos, além de conquistar novos mercados. “A clientela está inclusive aumentando os pedidos, por isso também estou aumentando o plantel”, diz ele, confiante nos resultados que colhe no setor.
Foi assim quando iniciou na atividade há 25 anos, e é assim agora, quando retoma sua antiga e primeira propriedade, transmutando-a em novas e organizadas instalações. O produtor conta que antes de dar início às atividades na Granja Paulista, já cuidou para que ela abrisse suas portas devidamente adequada às exigências do SIF, como já fazia na Granja Fortaleza, da qual foi sócio.
Esse rigor tem sido a bússola a orientar o produtor de ovos de codorna de Iacri, um sinalizador de que a atividade precisa e exige profissionalismo. Satisfeito ao mostrar as instalações de seus galpões, a recria, a postura, a fábrica de ração e a ampliação que já está preparando na propriedade, Arildo demonstra que é do ramo, que se orgulha da atividade que escolheu para si. A esposa Yvanete, com quem divide as preocupações e o sucesso do trabalho, é a parceira no dia a dia da granja. Como o marido, ela também denota o mesmo orgulho pelo trabalho da família.
Tudo isso se reflete no produto final que a Granja Paulista entrega todos os dias nos mercados que atende pelo país.
 http://www.expressomt.com.br

Água de chuva para as codornas, economia de recursos

Criadores de codornas investem no reúso da água em Mogi e Suzano


A falta de chuvas passou a preocupar também dois criadores de codornas do Alto Tietê que, para economizar, investiram em um sistema de reutilização de água, aproveitando as chuvas que caem no sítio.
Em uma granja em Biritiba Ussu, em Mogi das Cruzes, Roberto Engbruch cria 200 mil aves para postura. Segundo o criador, os 10 mil litros de água que elas bebem por dia garante a saúde e a qualidade dos ovos. Mas a seca começa a preocupar o criador de aves. Roberto conta que a nascente que abastece a granja não está dando conta desse volume. Leia mais...

sábado, 27 de setembro de 2014

Sexador identifica sexo de aves. Profissional faz a separação de qualquer tipo de ave de um dia.

A separação de aves recém-nascidas por sexo exige habilidade. A função é desempenhada pelo sexador, uma profissão que requer olhos treinados e movimentos rápidos.

As codornas de um dia são o principal negócio da granja em Suzano, em São Paulo. Para separar os machos das fêmeas é preciso profissionais especializados. Em uma salinha, os sexadores Marina Kobayashi e Yasunori Ogura passam o dia olhando a cloaca das pequenas codornas por onde é possível ver o aparelho genital das aves. “Há grosso modo, a fêmea é meio escura e o macho é mais para vermelho. Eu faço a 32 anos esse trabalho”, diz Marina. Leia mais...

domingo, 17 de abril de 2011

Codornas - Iniciando a Criação

Este curso trás informações que irão auxiliar o avicultor na fase inicial da criação de cordornas. PROGRAMA DO CURSO - Iniciando a Criação Apresenta todas as alternativas da atividade com viabilidade econômica e fornece informações imprescindíveis a quem vai iniciar a criação. Leia mais...

terça-feira, 5 de abril de 2011

Posso juntar rolas e codornas na mesma gaiola ?

Posso juntar rolas e codornas na mesma gaiola ?

se os juntar (numa gaiola que caibam todos) eles dao se bem? nao se penicam?

Melhor resposta - Escolhida pelo autor da pergunta

cara claro q pode eu tenho uma rolinha e uma codorna elas sao muito amigas pode por

Fonte(s):

eu tenho uma rolinha e uma codorna

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Produção de ovos de codorna diminui por causa do calor

Semanas seguidas de muito calor diminuíram a produção de ovos de codorna, em Mogi das Cruzes, São Paulo. Os criadores tiveram que usar a criatividade para driblar o problema.
O calor desse verão está de matar e Roberto Engbruch, que cria 100 mil codornas para produção de ovos em um sítio em Mogi das Cruzes, sabe bem disso. As aves não aguentam as temperaturas altas e o resultado é o aumento de 6% no índice de mortalidade provocado pelo estresse. Prejuízo certo na granja. “Você pega a mortalidade de 6 a 7%, mais o impacto negativo de produção, a soma é de 10% de perda no mês, isso é bastante representativo”, reclamou o criador. Leia mais

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Surto de gripe aviária

Mianmar precisou sacrificar mais de 50 mil patos e frangos depois que 700 deles morreram em consequência de uma suposta epidemia de gripe aviária na região oriental do país, informou nesta sexta-feira a imprensa da dissidência.
A suposta epidemia foi localizada no distrito de Bumay, no estado de Rakhine, onde há pelo menos 75 criações e granjas afetadas. As autoridades sanitárias birmanesas investigam se a epidemia foi causada por aves migratórias ou por frangos importados da vizinha Bangladesh.
Se a epidemia for confirmada, o surto de gripe aviária será o quinto em Mianmar desde 2006, quando a doença foi detectada pela primeira vez no país em uma granja de codornas e faisões nos arredores de Yangun.
Apesar dos surtos, até hoje Mianmar não informou de nenhum ser humano afetado pelo vírus. Leia mais...

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

600 mil aves mortas no Espírito Santo

Cerca de 500 mil galinhas e 100 mil codornas morreram afogadas em um córrego que subiu 8 m e atingiu 13 galpões na região serrana do Espírito Santo no último final de semana. O prejuízo estimado é de R$ 20 milhões. O interior do Estado é uma das regiões mais atingidas pelas chuvas.

As chuvas que atingem o Espírito Santo, desde a noite do dia 24, destruíram a segunda maior granja do Brasil, que fica no município de Santa Maria de Jetibá. Funcionários tentaram resgatar as aves que sobreviveram. Veja mais...

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Temperatura e umidade na encubadora e ambiente para uma perfeita eclosão dos ovos de codorna

A temperatura ambiente tem grandes impactos na produção de ovos das aves. Um bom sistema de refrigeração é muito importante para manter não só a quantidade de produção como a qualidade dos ovos. O estudo sobre o efeito da temperatura na produção de ovos de codornas japonesas mostra que este impacto pode ser maior do que se imaginava. A variação entre a condição ideal (21ºC) e a realidade do clima brasileiro (com temperaturas perto dos 36ºC) pode gerar uma diferença de 18% na quantidade produzida pelas codornas e até 25% na redução de massa dos ovos.

O período de encubação das codornas é de 17 dias. Desses, os filhotes devem ficar 14 dias na encubadora e os últimos 3 dias no nascedouro. A temperatura (bulbo seco) varia. Nos primeiros 14 dias a temperatura deve ser de 37,4ºC enquanto nos últimos 3 dias deve ser de 37,2ºC. Já a umidade (bulbo úmido), que também é importante, deve ser entre 28,9ºC a 30ºC nos primeiros 14 dias e nos últimos 3 dias deve ser entre 32,2ºC e 34,4ºC. Enquanto a temperatura deve ser diminuída nos últimos dias a umidade deve ser maior já que as codornas já são embriões e com a umidade baixa eles podem morrer. O professor, Carlos da Boa Viagem recomenda não virar os ovos após o 15º dia.

fontes: Nordeste Rural e Dia de Campo

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Sebrae dá dicas sobre criação de codornas

A codorna existe desde a antiguidade na Europa como ave migratória - de plumagem cinza-bege e pequenas listas brancas e pretas - foi levada primeiramente para a Ásia - China, Coréia e, depois, para o Japão. A codorna, hoje criada em cativeiro, é o resultado de vários cruzamentos efetuados, no Japão e na China, a partir da sub-espécie selvagem Coturnix coturnix, de origem européia. Já no ano de 1300 d.c. a codorna foi domesticada pelos japoneses em função do canto melodioso dos machos. Na primeira década do Século XX os japoneses conseguiram, após inúmeras tentativas, promover sua criação de forma racional, em pequenas gaiolas, com produção em série, com vistas à exploração comercial. Graças à sua alta fertilidade, abundante postura de ovos e exigência de pouco espaço para seu confinamento, mais a facilidade de transporte, a codorna tornou-se uma das principais fontes de alimentação para os vietnamitas durante a guerra contra os Estados Unidos.
No Brasil, as codornas foram trazidas por imigrantes italianos e japoneses na década de 50. A partir daí sua produção vem se consolidando, tornando-a uma importante alternativa alimentar no país.

Mercado
A criação de codornas (coturnicultura) tem apresentado um desenvolvimento bastante acentuado nos últimos tempos. Os principais fatores que contribuem para isso são: o excepcional sabor exótico de sua carne, responsável por iguarias finas e sofisticadas; o baixo custo para implantar uma pequena criação, podendo se tornar uma fonte de renda complementar dos pequenos produtores rurais. Do lado técnico-econômico, torna-se ainda mais atrativa, ao verificar-se o rápido crescimento e atingimento da idade de postura, a elevada prolificidade e o pequeno consumo de ração.

Vantagens da criação de codornas
Este tipo de criação apresenta algumas vantagens, tais como:
- Rápido crescimento;
- Precocidade sexual;
- Alta postura;
- Elevada rusticidade;
- Baixo consumo alimentar.

A criação
A criação de codornas pode ser em dois níveis, que são:
- Criação Doméstica: É aquela feita em residências ou em apartamentos, não exige um rigor técnico acentuado, porém, são necessários alguns cuidados básicos, como por exemplo com os dejetos.
- Criação Comercial: É aquela feita em grande escala, onde o objetivo do criador será a comercilaização do produto final.

A implantação
No momento da implantação da criação deve-se dar atenção a alguns fatores importantes, que são a:
- Localização: É de fundamental importância, já que se devem ser respeitadas as condições de conforto exigidas pelas aves;
- Temperatura: A temperatura ideal deve estar entre 20 e 23ºC;
- Luminosidade: Este fator é o responsável pela postura, no caso da criação comercial, recomenda-se 18 horas de luz entre natural e artificial;
- Água: Responsável pelo metabolismo da ave, como também pela desinfecção das instalações. Ter uma água de boa qualidade é fundamental;
- Circulação de ar: Ter um ar que possa ser renovável é muito importante, visto que, isto possibilitará a eliminação do excesso de umidade do ambiente, do calor e dos gases formados pelo metabolismo da ave.

Estrutura
A estrutura básica deve contar com uma boa disponíbilidade de área, água, além é claro de um clima favorável, lembrando que estes requisitos são indicados para o empreendedor que deseja ter uma criação comercial.

Instalações e Equipamentos
Irão variar de acordo com o tipo de criação, ou seja, doméstica ou comercial, porém, se torna válido citar alguns tipos de instalações e equipamentos:
- Galpões Fechados (laterais). Apresenta um alto custo, além do que não podem ser muito grandes e largos, pois dificultam a circulação de ar, recomenda-se que se tenha várias janelas.
- Galpões Abertos (laterais). Apresentam maior economia quando implantados em regiões de alta temperatura, porém, deve-se contralar a temperatura durante o inverno. Este tipo de instalação exige telas nas laterais, a fim de evitar a fuga das aves e impedir a entrada de predadores.
- Telhados. Influência na temperatura interna do galpão, as telhas de barro oferecem maior conforto térmico, porém, exigem maior gasto com madeiramento, por outro lado, as telhas de cimento amianto são de custo mais baixo, porém, aumentam a temperatura interna.
- Piso. Pode ser de cimento rústico ou outro material, deve apresentar uma pequena declividade.
- Gaiolas de Postura. Possibilita um melhor controle produtivo das aves, recomenda-se as gaiolas de arame galvanizado, são padronizadas nas medidas 100cm X 30cm (comporta 30 aves) ou 100cm X 40cm (comporta 40 aves), com duas ou três repartições. Pode-se utilizar gaiolas de madeira (com fundo de arame), tem como vantagem o baixo custo.
- Gaiolas de Recria. São utilizadas na fase intermediária de crescimento. As aves são alojadas com 15 dias de vida e saem quando atingem os 35 dias.
- Gaiolas para Codornas de Corte. São de tamanho 100cm X 40cm.
- Bebedouro. O mais comum é o do tipo nipple, pois possibilita obter melhor qualidade da água, economia na sua administração e maior controle nos medicamentos.
- Comedouros. Geralmente vem junto com a gaiola.

Investimento Inicial
Há uma série de fatores que influenciam nos custos a serem empregados num empreendimento, os quais irão variar de acordo com as escolhas do empreendedor e do
capital que o investidor dispõe para montar uma criação de codorna. Para uma criação de 30 aves adultas com os equipamentos necessários e montados numa área de 20m², será
necessário desembolsar uma quantia de R$ 1. 500,00 (mil e quinhentos reais) aproximadamente.


Os Sistemas de Criação
Existem três tipos:
- Criação Sobre Camas. É o de menor tecnologia, consiste basicamente em criar as aves sobre um material absorvente, denominado cama, geralmente de sabugo de milho picado, casca de arroz ou aparas de madeira.
- Criação em Gaiolas no Sistema de Baterias. Muito utilizado na fase de crescimento (15 a 35 dias) e na fase de postura. Este nome bateria é dado devido ao conjunto de 4 ou 5 gaiolas, uma sobre a outra, com espaçamento de 15cm.
- Criação em Gaiolas no Sistema escada. É o sistema mais moderno de criação, consiste no uso de gaiolas de arame galvanizado, idênticas as utilizadas no sisitema de baterias, fixadas de maneira a dar a impressão de uma escada. Apresenta como desvantagem o seu alto custo.

Alimentação
É constituída basicamente da:
- Ração. Há no mercado rações fareladas de uso exclusivo de codornas, pintinho de codorna. Após a eclosão, deve ser mantido em jejum durante 24 horas. A partir deste período receberá ração à vontade. Esta ração contendo 26% de proteína bruta deverá ser oferecida à ave até a idade de 45 dias, quando é levada ao abate ou para a produção de ovos. O consumo estimado no período é de 500 gramas por aves. A partir de 45 dias, as fêmeas receberão a ração de postura com cerca de 23% de proteína bruta. Devem ser oferecidos, diariamente, entre 30 a 35 gramas desta ração por ave.
A ração deve ser armazenada em local seco e fresco, não ter contato direto da embalagem com o piso e não ser guardada por período superior a 30 dias. Deve-se evitar, ainda, que seja atacada por roedores.
- Água. A água deve ser potável e sempre à vontade.

O Manejo
Divide-se em:
- Manejo de Reprodução. As codornas de reprodução devem, preferentemente, ser mantidas em gaiolas coletivas de macho e fêmea. Semanalmente, o macho de um abrigo deve ser trocado de lugar com o macho do abrigo vizinho e assim sucessivamente. Recomenda-se um macho para cada 2 a 3 fêmeas. Devido à grande sensibilidade das codornas à consangüinidade, com marcados efeitos nocivos, recomenda-se evitar os cruzamentos entre parentes próximos. Os ovos férteis de codornas podem ser incubados naturalmente com galinhas anãs ou pombas, muito embora seja um método de pouca eficiência, devido às grandes perdas. O mais recomendável é através da incubação artificial.
- Manejo do Pintinho. Decorridas as primeiras 24 horas da eclosão, os pintinhos devem receber aquecimento, ração e água à vontade. A temperatura inicial de criação deve ser 38ºC. A partir do terceiro dia de vida, procede-se à redução diária de 1ºC até que a temperatura se torne ambiente. O piso da criadeira é forrado com papel durante os três primeiros dias de vida. A ração será distribuída na própria forração de papel por sobre o piso, nos três primeiros dias. Depois oferecida em cochos do tipo bandeja. Os bebedouros devem ser lavados e sua água trocada, no mínimo, duas vezes ao dia.
- Manejo da Recria. A recria compreende o período entre 16 e 45 dias de idade. Nesta época, as aves continuam recebendo ração e água à vontade.
- Manejo de Postura. A quantidade de ração por ave deve ser de 30 a 35 gramas, e a água deverá ser fornecida a vontade. Para um índice elevado de postura, o ambiente da criação das codornas em produção deve ser iluminado na base de uma lâmpada incandescente de 15 WATTS para cada 5 metros quadrados de galpão.
- Manejo dos Ovos. Os ovos serão colhidos duas vezes ao dia. A primeira coleta realizada pela manhã e a outra, à tarde. Eles devem ser acondicionados nos pentes próprios, mantidos sobre refrigeração, para que as suas qualidades nutritivas sejam conservadas. Os ovos destinados à incubação serão mantidos em ambiente fresco, arejado e nunca por um período superior a 7 dias.

Prevenção de Doenças
Constituem-se práticas que contribuem para a saúde das codornas a limpeza e a higienização do ambiente da criação, a limpeza freqüente dos bebedouros e comedouros, assim como, a retirada periódica das fezes nas bandejas coletoras. Deve-se lavar e desinfetar a bateria ou a gaiola toda vez que dela for retirado um lote.
- Vacinação. As codornas devem ser vacinadas contra as doenças de Newcastle e Coriza, por se constituírem naquelas de maior importância econômica.
* Vacinação de Newcastle:
- 1ª dose. Aos 21 dias de idade, vacina vírus vivo, amostra La Sota - via ocular, instilando-se uma gota de vacina no olho.
- 2ª dose. Aos 45 dias de idade, vacina vírus morto, oleosa -via injetável, no músculo do peito, ou subcutânea, na dose de 0,5ml (meio mililitro).
* Vacinação de Coriza Infecciosa:
- 1ª dose. Aos 28 dias de idade, vacina amostra morta, a absorvida em hidróxido de alumínio - via injetável, no músculo do peito ou subcutânea, na dose de 0,5ml.
- 2ª dose. Aos 45 dias de idade, vacina amostra morta, emulsão oleosa - via injetável, no músculo do peito ou subcutânea, na dose de 0,5ml.
- Vermifugação . Aos 30 dias de idade, vermifugar as aves, através da ração, com drogas à base de mebendazole. Repetir a medicação 3 semanas após. A dosagem deverá ser o dobro daquela recomendada a galinhas.

Comercialização
Qualquer criação comercial tem por objetivo o lucro. Na criação de codornas, seja para a produção de ovos, produção de carne ou pintos de um dia de vida, não poderia deixar de ser diferente. Por ser uma criação exótica, existem alguns fatores para os quais o criador deve se atentar, são eles:
- Considerar que o consumo de produtos é maior nos grandes centros urbanos;
- Regiões onde existam cooperativas que tenham cooperativas que tenham atividades relacionadas à avicultura, principalmente de postura, poderão ser um excelente meio de escoar a produção, por estarem envolvidas na comercialização de ovos;
- A venda para atacadistas também é uma forma de escoar a produção. Neste caso, é possível a associação entre o produtor e o comerciante, ficando cada um com a sua responsabilidade;
- A comercialização direta ao consumidor é vantajosa para pequenas criações (5.000 aves poedeiras, por exemplo), por permitir maior lucratividade. Esta vantagem, no entanto, diminui quando são granjas maiores, devido aos custos envolvidos na comercialização do produto.

Criação Doméstica
Se o objetivo é ter uma criação pequena no fundo de casa, ela pode ser iniciada com codorninhas de 1 a 28 dias. Outra opção é começar com algumas matrizes e reprodutores e depois selecionar, em cada geração, os machos e fêmeas mais robustos, para dar origem a novos reprodutores. Não há muito rigor técnico para a criação doméstica, pois, geralmente, o objetivo do criador é o de obter ovos para seus familiares e ter as aves como um hobby. Contudo, mesmo nestas condições, são necessários alguns cuidados. Os dejetos, por exemplo, precisam ser adequadamente eliminados, pois o seu acúmulo irá ocasionar a proliferação de moscas ou outros insetos e mau cheiro em excesso. As gaiolas existentes no mercado podem ser utilizadas neste tipo de criação, com pequenas modificações quando necessário.

Lembretes Importantes
Alguns fatores que devem ser considerados por parte do empreendedor:
- Manter um controle rígido de qualidade e o conhecimento, por parte do criador, das principais características do animal são fundamentais;
- A criação racional de codornas segue regras básicas de manejo, alimentação, sanidade e instalações.

Legislação
Os riscos da informalidade
Os passos para ter uma empresa legal
Qualidades do Empresário de Sucesso

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fonte: Sebrae

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Chocadeira Golden 120 ovos, Viragem Aut., Digital, Forçada Ar

Descrição

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ASSISTENCIA TECNICA: PIRACICABA / SP
Eventuais fretes de garantia por conta do comprador
CAPACIDADE: 120 ovos galinha
ALTO INDICE DE ECLOSÃO
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EXCELENTE ACABAMENTO
atéNÇÃO: NOSSO TERMOSTATO É
DIGITAL de 4 digitos!!!!!!!!.
Tecnologia eletrônica: TERMOSTATO/TERMOMETRO DIGITAL – controla e indica a temperatura, com precisão decimal.
SISTEMA DE VIRAGEM: 100% automática, gira os ovos ao tempo programado automaticamente.
GRADE DE OVOS: acompanha grade de ovos universal. (sem custo adicional)

CHOCAGEM: choca todos o tipos de aves, exceto EMA / AVESTRUZ
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NÃO É BIVOLT.
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EM ALGUNS ESTADOS É POSSIVEL A ENTREGA VIA TRANSPORTADORA. CONSULTAR DISPONIBILIDADE DESSE SERVIÇO,BEM COMO VALORES E PRAZO DE ENTREGA.
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O pagamento poderá ser feito através de:
• Depósito direto na agência bancária ou envelope; envio imediato
• Depósito on-line ou transferência entre contas online; envio imediato
• Transferências entre diferentes bancos (o chamado DOC ou TED) - A mercadoria nesta modalidade é enviada após a transferência cair, o que leva de 36 a 48 horas para acontecer;
PAGSEGURO Mercadoria será liberada após a confirmação do pagamento pelo site PAGSEGURO; ELES PODEM DEMORAR de 1 a 4 dias úteis. Em alguns casos podem serem solicitadas documentações que comprovem a identidade do comprador, e isso atrasa bem o processo. São regras do PAGSEGURO.
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sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Curso Codornas - Iniciando a Criação

Curso Codornas - Iniciando a Criação

Curso CPT: Curso Codornas - Iniciando a Criação
R$ 178,00 COM AVALIAÇÃO E CERTIFICADO
Disponibilidade: Imediata Ver formas de pagamento Filmes: 61 minutos Livro: 220 páginas Cód.: 5056
Apresentação
Este curso trás informações que irão auxiliar o avicultor na fase inicial da criação de cordornas.

Programa do Curso

  • Iniciando a Criação
    • Apresenta todas as alternativas da atividade com viabilidade econômica e fornece informações imprescindíveis a quem vai iniciar a criação.
  • Instalações e Equipamentos
    • São mostrados os princípios que devem orientar a construção das instalações nas diversas fases da criação. Avalia os problemas das instalações antigas, sugere soluções e mostra detalhadamente as mais modernas instalações implantadas no país.
  • Manejo Inicial
    • Apresenta, detalhadamente, as técnicas e cuidados que devem ser adotados desde a chegada dos pintinhos de um dia até a transferência para as gaiolas de produção.

Professor

Professores Joji Ariki e Vera Moraes, ambos Doutores da UNESP - Jaboticabal/SP.

Avaliação e Certificado

Ao ser aprovado neste curso, você receberá um certificado emitido pela UOV - Universidade On-line de Viçosa. A UOV é uma Institução Certificadora oficial, Mantenedora da ABED - Associação Brasileira de Educação a Distância.
Frente do certificado
Frente do certificado
Verso do certificado
Verso do certificado
Nossos certificados são registrados, contendo em sua frente o nome da Instituição Certificadora e o do CPT - Centro de Produções Técnicas, o nome do aluno, o título do curso, a carga horária de 40 horas, a data da emissão do certificado e as assinaturas do responsável pelo Setor de Avaliação e do Diretor do CPT. Em seu verso, é descrito o Programa do Curso, com impressão do carimbo oficial da Instituição Certificadora, o número do Registro e assinatura do responsável pelo Registro.
O Registro do Certificado fica oficializado e o Setor é responsável por prestar informações a qualquer pessoa, empresa ou instituição sobre a veracidade do documento. O certificado é impresso em papel especial e é enviado em envelope com proteção adequada, para que não seja danificado ou amassado. Veja um exemplo ilustrativo do Certificado de Conclusão de Curso.
Este Curso foi elaborado para ser estudado em 40 horas e possui uma avaliação constituída de 20 questões elaboradas, criteriosamente, abordando todo o conteúdo do Curso. Para ser aprovado, o aluno deverá obter um desempenho igual ou superior a 70% (setenta por cento) no resultado final. Abaixo desta média, o aluno poderá solicitar ao Setor de Avaliação e Certificação, nova oportunidade, recebendo novo “Cartão-Respostas”. Por exigência oficial, o seu “Cartão-Respostas” original deverá ser enviado para o Setor de Avaliação e Certificação, onde ficará armazenado por, no mínimo, 10 anos.
O aluno que não realizar a prova não receberá o certificado.

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terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Fatec tem curso de Agronegócio

Mogi se destaca em algumas cadeias produtivas e conta com ensino superior de tecnologia neste segmento

O agronegócio é um setor promissor, que se tornou importante para o País e com muitas oportunidades. É uma área que movimenta consideravelmente a economia e contribui com 25% a 30% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, movimentando cerca de US$ 330 bilhões por ano.
"Não é por acaso que nosso País é reconhecido internacionalmente por ser o celeiro mundial pela produção de alimentos e de energia renovável", frisa o agrônomo e diretor da Faculdade de Tecnologia (Fatec) de Mogi, Fernando Juabre Muçouçah.

Segundo o especialista, que tem mestrado e doutorado em Agronomia, o Brasil é o único no mundo que ainda tem milhões de hectares que poderão ser destinados à agropecuária e, ainda assim, preservar todos os biomas. Com isso, o agronegócio é uma excelente opção para quem gosta desta área, tem força de vontade e quer ser um profissional de sucesso.



Região
No Alto Tietê, Muçouçah diz que o segmento é uma parcela do agronegócio nacional, com destaque para algumas cadeias produtivas, como caqui, nêspera, hortaliças folhosas, orquídeas, cogumelos, criação de codornas e de galinhas poedeiras. E pela aptidão agrícola que a região oferece, conferida pela tradição da exploração neste setor por décadas no Alto Tietê, a Fatec da cidade passou a oferecer, desde o segundo semestre de 2008, um curso superior de tecnologia voltado para a área. "Também foi uma solicitação dos próprios produtores e das instituições já existentes na região que tratam do agronegócio", revela.
De acordo com o diretor, 300 acadêmicos fazem o curso e a primeira turma se formará no fim do primeiro semestre de 2011. Atualmente, cerca de 70% a 80% dos alunos são mogianos e o restante do Alto Tietê e da Grande São Paulo. "Temos um público bem eclético e de diferentes faixas etárias. Cerca de 15% deles são produtores rurais", explica.


Curso
O curso oferecido pela Fatec é de nível superior, com duração de três anos, permitindo ao interessado a busca por uma especialização, mestrado ou MBA em áreas afins. O seu foco é na área de gestão do agronegócio e administração rural, abrangendo diferentes áreas de atuação profissional, como finanças, gestão da qualidade e certificação, administração e gestão, comercialização agrícola voltada para o mercado interno e para a exportação, mercado futuro para atuar na Bolsa de Valores, entre outros.

fonte: Moginews

sábado, 11 de dezembro de 2010

Codorna recheada

Ingredientes
  • Para o recheio:
  • 4 codornas
  • 300g de pinhão cozido( pode substituir por pinoli, nozes, castanhas)
  • 100g de arroz integral cozido
  • 5 damascos secos bem picados
  • Raspas de casca de 01 laranja
  • Para o molho:
  • Suco de 05 laranjas
  • A mesma quantidade de vinho branco
  • 2 col de sopa de manteiga.
  • Sal e pimenta do reino.
  • Tomilho
  • Louro
  • Alecrim
  • 1 col chá de açúcar
  •  
 
  • Modo de Preparo
    Recheio:
  1. rale os pinhões, se usar nozes ou pinoli, quebre-os grosseiramente
  2. Misture com o arroz integral, os damascos secos picados e as raspas de laranja
  3. Sal a gosto reserve
  4. Coloque o suco de laranja, o vinho branco e um buque de tomilho, louro e alecrim (pouco alecrim por ser forte) numa panela e dixe reduzir por 30 minutos, desligue o fogo e misture a manteiga
  5. Reserve aquecido
  6. Tempere as codornas com sal e pimenta do reino, coloque o recheio
  7. Pincele com generosa quantidade de molho coloque no forno (fogo médio), então pincele a cada 15 min até o final do assamento, mais ou menos 45 min
  8. E bom apetite
    Opcional:
  1. deglacê, tire as codornas da assadeira jogue na assadeira um copo de vinho branco, leve à boca do fogão até remover aqueles queimadinhos da forma coe e misture com o molho de laranja que sobrou regue as codornas com isto antes de servir.
fonte: Tudo Gostoso
 

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Vantagens da Criação de Codornas

Vantagens da Criação de Codornas

Algumas das vantagens desse tipo de criação são:

- Rápido crescimento;
- Precocidade sexual;
- Alta postura;
- Elevada rusticidade;
- Baixo consumo alimentar.

A Criação

A criação de codorna pode ser feita em dois níveis:

. Criação doméstica: é a criação feita em casa, não exige muito rigor técnico, mas cuidados devem ser tomados, como o destino dos dejetos. Geralmente é considerada como uma criação de animais de estimação.

. Criação comercial: é a criação feita para escala produtiva. Exige maior rigor técnico com a alimentação das aves, idade de início e fim de postura, descarte de matrizes, tamanho dos ovos, etc.

A implantação

A implantação de uma criação requer alguns cuidados, que se não observados podem comprometer a produção das aves.

. Localização: o criatório deve situar-se em um local aberto, com boa ventilação de ar e presença sol. Um fator que deve ser observado é a orientação do galpão das aves, caso a região seja de clima quente, é recomendável construir o galpão no sentido Leste-Oeste, para evitar a incidência do sol diretamente nas aves.

. Temperatura: a temperatura ideal para a criação é de 20ºC a 23°C.

. Luminosidade: este é o fator que determina a produção de ovos. A ave deve ter contato com a luz durante 18 horas por ia, para manter a produção de 1 ovo por dia. A utilização de iluminação artificial faz-se necessária para suprir a necessidade das aves.

. Água: é fundamental dispor de água de qualidade, pois ela é a responsável pelo metabolismo dos animais, além de ser utilizada para limpeza das instalações.

. Circulação de Ar: a circulação de ar é muito importante, pois retira do ambiente o excesso de gases liberados pelas fezes dos animais e garante uma temperatura confortável.

Estrutura

A estrutura básica de uma criação deve contar com disponibilidade de área, água de qualidade e instalações que garantam o mínimo de conforto aos animais. Lembrando que estes requisitos são para o empreendedor que deseja ter uma granja comercial.

Instalações e Equipamentos

Irão variar de acordo com o tipo de criação, ou seja, doméstica ou comercial, porém, se torna válido citar alguns tipos de instalações e equipamentos:

- Galpões Fechados (laterais): apresenta um alto custo, além do que não podem ser muito grandes e largos, pois dificultam a circulação de ar, recomenda-se que se tenha várias janelas. Em caso de uma criação doméstica, é recomendável fazer cortinas de tecido ou lona de cor clara e instalar na lateral do viveiro. Essas cortinas devem ser usadas em dias frios para evitar a morte das aves pelo frio.

- Galpões Abertos (laterais): apresentam maior economia quando implantados em regiões de alta temperatura, porém, deve-se controlar a temperatura durante o inverno. Este tipo de instalação exige telas nas laterais, a fim de evitar a fuga das aves e impedir a entrada de predadores.

- Telhados: influência na temperatura interna do galpão, as telhas de barro oferecem maior conforto térmico, porém, exigem maior gasto com madeiramento, por outro lado, as telhas de cimento amianto são de custo mais baixo, porém, aumentam a temperatura interna. A construção de lanternim no telhado também ajuda na refrigeração do ar e escape dos gases de dentro do galpão.

Lanternim no telhado

- Piso: pode ser de cimento rústico ou outro material, deve apresentar uma pequena declividade, para favorecer a higienização do local.

- Gaiolas de Postura: possibilita um melhor controle produtivo das aves, recomenda-se as gaiolas de arame galvanizado, são padronizadas nas medidas 100 cm X 30 cm (comporta 30 aves) ou 100 cm X 40 cm (comporta 40 aves), com duas ou três repartições. Pode-se utilizar gaiolas de madeira (com fundo de arame), tem como vantagem o baixo custo.

- Gaiolas de Recria. São utilizadas na fase intermediária de crescimento. As aves são alojadas com 15 dias de vida e saem quando atingem os 35 dias.

- Gaiolas para Codornas de Corte. São de tamanho 100 cm X 40 cm.

- Bebedouro. O mais comum é o do tipo nipple, pois possibilita obter melhor qualidade da água, economia na sua administração e maior controle nos medicamentos. No caso de pequenas criações pequenas vasilhas de plástico podem ser usadas.

- Comedouro. Geralmente vem junto com a gaiola.

Fonte: SEBRAE-SC

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

A codorna japonesa (Coturnix japonica)

A codorna japonesa (Coturnix japonica)

Geografia

Em geral, esta codorna habita em algumas partes da Rússia

(Johnsgard 1988) e da Ásia Oriental, incluindo Japão, Coréia

e China (Hoffmann 1988), assim como na Índia (Finn 1911),

sudeste da Ásia, na costa noroeste da África, e em uma banda

norte do Congo, incluindo o vale do rio Nilo, do Egito ao

Quênia. Uma pequena população foi encontrada em Angola.

Algumas são encontradas no Quênia, Tanzânia, Malawi sul da

África do Sul, Moçambique e Namíbia, bem como partes de

Madagascar. Estas codornizes podem se produzir em partes da

Europa, Turquia e Ásia Central.

A Codorna Japonesa (Coturnix coturnix japonica) foi domesticada no Século XI, mas só recentemente, a partir de 1910, ganhou relativa importância econômica. Quase todos os países possuem pequenas criações, dada a dificuldade de manter rebanho muito numeroso. Não se deve confundir essa espécie com a nossa Codorna do Campo (Nothura maculosa) bem maior, mas ainda não melhorada sob domesticidade. Graças a um trabalho paciente de muitos anos de seleção, conseguiu-se transformá-la no animal doméstico de mais rápida multiplicação e produção. Atingem a idade adulta com 6 semanas, quando seu peso atinge de 110 a 120g. As fêmeas adultas são mais pesadas e chegam atingir até 140g. A postura inicia-se com 42 dias‚ atinge com facilidade 300 ovos com peso de (8 a 12g) 13g em média e sua incubação dura de 16 a 18 dias. A persistência é muito alta, podendo botar por 18 meses consecutivos, porém para a reprodução aproveitam-se os ovos até os 8 meses, porque a fertilidade decai com a idade. A cor dos ovos varia do pardo escuro ao azul, branco, bege, salpicado, de preto, marrom e azul. As fêmeas são facilmente distinguidas dos machos por terem as penas do pescoço brancas, terminadas por uma ponta preta, enquanto os machos as têm marrons, e o bico mais escuro. Estes são muito briguentos, por isso são conservados em gaiolas individuais e levados às gaiolas das fêmeas para o acasalamento. O canibalismo é uma das dificuldades desta criação. A Codorninha é explorada tanto para a produção de carne, como de ovos, muito apreciados pelos gastrônomos. Já houve tempo em que sua presença nos cardápios dos restaurantes era muito freqüente. Atualmente os ovos de codorna são ainda encontrados nos supermercados, entretanto o mercado consumidor é limitado. Por isso sua criação não comporta uma expansão exagerada. A Codorninha para fins comerciais é criada em gaiolas, mas também tem sido recomendada para povoamento de bosques, para a caça. Neste caso, são transferidas para esse ambiente natural aos 35 dias da idade. Nos Estados Unidos as tentativas neste sentido fracassaram por causa de sua tendência migratória. Esta espécie tem sido muito usada como animal de laboratório de pesquisas, particularmente biomédicas, como toxicologia É sintomático que muitos grandes criadores tivessem reduzido os seus rebanhos à uma pequena dimensão. Muitos fracassos de sua criação neste país e no estrangeiro foram devido à redução da fertilidade, incurabilidade e do vigor, em conseqüência da consangüinidade estreita. Em caso de degenerescência, é necessário a introdução de reprodutores de famílias diferentes. Para diminuir os inconvenientes da consangüinidade, pratica-se a larga ("line-breeding"), mantendo linhas separadas para intercruzamento e praticando-se uma seleção rigorosa.

Codorninhas filhotes, 1 dia de vida

domingo, 5 de dezembro de 2010

COMO INICIAR SUA CRIAÇÃO DE CODORNAS

Editado por Alexander Kohler dos S. Carmo

Criar codornas, uma proposta grandiosa.
A maior vantagem da criação de codorninhas (Coturnix coturnix japonica) é a rapidez com que o investimento retorna. Essas aves, que não devem ser confundidas com a codorna do campo, ave silvestre brasileira de tamanho maior, crescem e se reproduzem em 45/50 dias e com 5 ou 6 semanas de vida estão prontas para abate. Além disso, precisam de muito pouco espaço: na área ocupada por uma só galinha podem ser criadas 42 codornas. Supondo-se que esse plantel seja composto de 21 fêmeas e 21 machos, ele produzirá, diariamente, 21 ovos com 10 a 12 gramas cada um, o que equivale a 5 ovos de galinhas.
O preço de comercialização dos ovos e da carne oscila muito em função dos custos da ração e dos produtos veterinários, mas, em qualquer situação, é sempre melhor que o do frango.

Manejo - Um galpão de alvenaria, com 16m2 e 3 metros de altura abriga 2.000 codornas. O forro desta construção pode ser tábua, as paredes devem ser caiadas e o chão de barro, tijolos ou cimento. As aves ficam acomodadas em gaiolas de arame com 1 metro de comprimento, 30cm de profundidade e largura. cada uma dessas gaiolas comporta 18 fêmeas. Como as codorninhas botam no chão, é importante que o piso tenha ligeira inclinação na direção de uma calha forrada de serragem para a coleta dos ovos.
A temperatura do ambiente deve girar entre 18 a 19 graus.

Reprodução - Após o 21o. dia, o macho tem plumagem do peito lisa, enquanto nas fêmeas surgem pintas da cor-de-chumbo e pretas. Além disso, quando adulto, o macho chega a pesar de 70 a 100 gramas; as fêmeas de 70 a 80 gramas.

O acasalamento pode ocorrer durante o ano inteiro e se dá na proporção de 1 macho para cinco fêmeas. O macho deve ficar 12 horas com a fêmea; depois é isolado 24 horas, para, em seguida, se acasalar com outras fêmeas. É aconselhável que as fêmeas já fertilizadas fiquem distantes dos machos, pois as suas "cantadas" insistentes estressam as aves e acabam prejudicando a sua produção.

Os ovos devem ser armazenados a uma temperatura entre 10 e 16 graus e com umidade relativa entre 75 e 80%, por um período máximo de 12 dias. A incubação dura 16 dias.

A ração é a mesma de galinhas, devendo-se acrescentar um pouco de verdura. A vacinação contra doenças próprias das aves é necessária, bem com a sua proteção contra umidade, ventos e excesso de ruídos. Elas são sensíveis. Leia mais...

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Chocadeiras


Chocadeira totalmente automática, sendo o calor controlado através de  termostato digital de extrema precisão e ainda temporizador digital, cuja programação é acionamento dos roletes para movimentação dos ovos a cada 2 horas. Sua estrutura foi desenvolvida com matérias primas que  não  afetam o meio ambiente e seu uso constante, não resulta em  alteração ou desgaste, mesmo   decorrido vários anos. Outra coisa significante, é que tais materiais são totalmente laváveis,  estrutura em PS (plástico de altíssima resistência),  roletes em PVC e engrenagens em nylon, que movimentam os ovos, o nascedouro em alumínio, resultando em higienização e assepcia em cada processo de chocagem, em conformidade aos manuais de incubação.

WebSite: JMM Chocadeiras

CRIAÇÃO DE CODORNAS

A codorna existe desde a antiguidade na Europa como ave migratória - de plumagem cinza-bege e pequenas listas brancas e pretas - foi levada primeiramente para a Ásia - China, Coréia e, depois, para o Japão. A codorna, hoje criada em cativeiro, é o resultado de vários cruzamentos efetuados, no Japão e na China, a partir da sub-espécie selvagem Coturnix coturnix, de origem européia. Já no ano de 1300 d.c. a codorna foi domesticada pelos japoneses em função do canto melodioso dos machos. Na primeira década do Século XX os japoneses conseguiram, após inúmeras tentativas, promover sua criação de forma racional, em pequenas gaiolas, com produção em série, com vistas à exploração comercial. Graças à sua alta fertilidade, abundante postura de ovos e exigência de pouco espaço para seu confinamento, mais a facilidade de transporte, a codorna tornou-se uma das principais fontes de alimentação para os vietnamitas durante a guerra contra os Estados Unidos.
No Brasil, as codornas foram trazidas por imigrantes italianos e japoneses na década de 50. A partir daí sua produção vem se consolidando, tornando-a uma importante alternativa alimentar no país.

Mercado
A criação de codornas (coturnicultura) tem apresentado um desenvolvimento bastante acentuado nos últimos tempos. Os principais fatores que contribuem para isso são: o excepcional sabor exótico de sua carne, responsável por iguarias finas e sofisticadas; o baixo custo para implantar uma pequena criação, podendo se tornar uma fonte de renda complementar dos pequenos produtores rurais. Do lado técnico-econômico, torna-se ainda mais atrativa, ao verificar-se o rápido crescimento e atingimento da idade de postura, a elevada prolificidade e o pequeno consumo de ração.

Vantagens da criação de codornas
Este tipo de criação apresenta algumas vantagens, tais como:
- Rápido crescimento;
- Precocidade sexual;
- Alta postura;
- Elevada rusticidade;
- Baixo consumo alimentar.

A criação
A criação de codornas pode ser em dois níveis, que são:
- Criação Doméstica: É aquela feita em residências ou em apartamentos, não exige um rigor técnico acentuado, porém, são necessários alguns cuidados básicos, como por exemplo com os dejetos.
- Criação Comercial: É aquela feita em grande escala, onde o objetivo do criador será a comercilaização do produto final.

A implantação
No momento da implantação da criação deve-se dar atenção a alguns fatores importantes, que são a:
- Localização: É de fundamental importância, já que se devem ser respeitadas as condições de conforto exigidas pelas aves;
- Temperatura: A temperatura ideal deve estar entre 20 e 23ºC;
- Luminosidade: Este fator é o responsável pela postura, no caso da criação comercial, recomenda-se 18 horas de luz entre natural e artificial;
- Água: Responsável pelo metabolismo da ave, como também pela desinfecção das instalações. Ter uma água de boa qualidade é fundamental;
- Circulação de ar: Ter um ar que possa ser renovável é muito importante, visto que, isto possibilitará a eliminação do excesso de umidade do ambiente, do calor e dos gases formados pelo metabolismo da ave.

Estrutura
A estrutura básica deve contar com uma boa disponíbilidade de área, água, além é claro de um clima favorável, lembrando que estes requisitos são indicados para o empreendedor que deseja ter uma criação comercial.

Instalações e Equipamentos
Irão variar de acordo com o tipo de criação, ou seja, doméstica ou comercial, porém, se torna válido citar alguns tipos de instalações e equipamentos:
- Galpões Fechados (laterais). Apresenta um alto custo, além do que não podem ser muito grandes e largos, pois dificultam a circulação de ar, recomenda-se que se tenha várias janelas.
- Galpões Abertos (laterais). Apresentam maior economia quando implantados em regiões de alta temperatura, porém, deve-se contralar a temperatura durante o inverno. Este tipo de instalação exige telas nas laterais, a fim de evitar a fuga das aves e impedir a entrada de predadores.
- Telhados. Influência na temperatura interna do galpão, as telhas de barro oferecem maior conforto térmico, porém, exigem maior gasto com madeiramento, por outro lado, as telhas de cimento amianto são de custo mais baixo, porém, aumentam a temperatura interna.
- Piso. Pode ser de cimento rústico ou outro material, deve apresentar uma pequena declividade.
- Gaiolas de Postura. Possibilita um melhor controle produtivo das aves, recomenda-se as gaiolas de arame galvanizado, são padronizadas nas medidas 100cm X 30cm (comporta 30 aves) ou 100cm X 40cm (comporta 40 aves), com duas ou três repartições. Pode-se utilizar gaiolas de madeira (com fundo de arame), tem como vantagem o baixo custo.
- Gaiolas de Recria. São utilizadas na fase intermediária de crescimento. As aves são alojadas com 15 dias de vida e saem quando atingem os 35 dias.
- Gaiolas para Codornas de Corte. São de tamanho 100cm X 40cm.
- Bebedouro. O mais comum é o do tipo nipple, pois possibilita obter melhor qualidade da água, economia na sua administração e maior controle nos medicamentos.
- Comedouros. Geralmente vem junto com a gaiola.

Investimento Inicial
Há uma série de fatores que influenciam nos custos a serem empregados num empreendimento, os quais irão variar de acordo com as escolhas do empreendedor e do
capital que o investidor dispõe para montar uma criação de codorna. Para uma criação de 30 aves adultas com os equipamentos necessários e montados numa área de 20m², será
necessário desembolsar uma quantia de R$ 1. 500,00 (mil e quinhentos reais) aproximadamente.


Os Sistemas de Criação
Existem três tipos:
- Criação Sobre Camas. É o de menor tecnologia, consiste basicamente em criar as aves sobre um material absorvente, denominado cama, geralmente de sabugo de milho picado, casca de arroz ou aparas de madeira.
- Criação em Gaiolas no Sistema de Baterias. Muito utilizado na fase de crescimento (15 a 35 dias) e na fase de postura. Este nome bateria é dado devido ao conjunto de 4 ou 5 gaiolas, uma sobre a outra, com espaçamento de 15cm.
- Criação em Gaiolas no Sistema escada. É o sistema mais moderno de criação, consiste no uso de gaiolas de arame galvanizado, idênticas as utilizadas no sisitema de baterias, fixadas de maneira a dar a impressão de uma escada. Apresenta como desvantagem o seu alto custo.

Alimentação
É constituída basicamente da:
- Ração. Há no mercado rações fareladas de uso exclusivo de codornas, pintinho de codorna. Após a eclosão, deve ser mantido em jejum durante 24 horas. A partir deste período receberá ração à vontade. Esta ração contendo 26% de proteína bruta deverá ser oferecida à ave até a idade de 45 dias, quando é levada ao abate ou para a produção de ovos. O consumo estimado no período é de 500 gramas por aves. A partir de 45 dias, as fêmeas receberão a ração de postura com cerca de 23% de proteína bruta. Devem ser oferecidos, diariamente, entre 30 a 35 gramas desta ração por ave.
A ração deve ser armazenada em local seco e fresco, não ter contato direto da embalagem com o piso e não ser guardada por período superior a 30 dias. Deve-se evitar, ainda, que seja atacada por roedores.
- Água. A água deve ser potável e sempre à vontade.

O Manejo
Divide-se em:
- Manejo de Reprodução. As codornas de reprodução devem, preferentemente, ser mantidas em gaiolas coletivas de macho e fêmea. Semanalmente, o macho de um abrigo deve ser trocado de lugar com o macho do abrigo vizinho e assim sucessivamente. Recomenda-se um macho para cada 2 a 3 fêmeas. Devido à grande sensibilidade das codornas à consangüinidade, com marcados efeitos nocivos, recomenda-se evitar os cruzamentos entre parentes próximos. Os ovos férteis de codornas podem ser incubados naturalmente com galinhas anãs ou pombas, muito embora seja um método de pouca eficiência, devido às grandes perdas. O mais recomendável é através da incubação artificial.
- Manejo do Pintinho. Decorridas as primeiras 24 horas da eclosão, os pintinhos devem receber aquecimento, ração e água à vontade. A temperatura inicial de criação deve ser 38ºC. A partir do terceiro dia de vida, procede-se à redução diária de 1ºC até que a temperatura se torne ambiente. O piso da criadeira é forrado com papel durante os três primeiros dias de vida. A ração será distribuída na própria forração de papel por sobre o piso, nos três primeiros dias. Depois oferecida em cochos do tipo bandeja. Os bebedouros devem ser lavados e sua água trocada, no mínimo, duas vezes ao dia.
- Manejo da Recria. A recria compreende o período entre 16 e 45 dias de idade. Nesta época, as aves continuam recebendo ração e água à vontade.
- Manejo de Postura. A quantidade de ração por ave deve ser de 30 a 35 gramas, e a água deverá ser fornecida a vontade. Para um índice elevado de postura, o ambiente da criação das codornas em produção deve ser iluminado na base de uma lâmpada incandescente de 15 WATTS para cada 5 metros quadrados de galpão.
- Manejo dos Ovos. Os ovos serão colhidos duas vezes ao dia. A primeira coleta realizada pela manhã e a outra, à tarde. Eles devem ser acondicionados nos pentes próprios, mantidos sobre refrigeração, para que as suas qualidades nutritivas sejam conservadas. Os ovos destinados à incubação serão mantidos em ambiente fresco, arejado e nunca por um período superior a 7 dias.

Prevenção de Doenças
Constituem-se práticas que contribuem para a saúde das codornas a limpeza e a higienização do ambiente da criação, a limpeza freqüente dos bebedouros e comedouros, assim como, a retirada periódica das fezes nas bandejas coletoras. Deve-se lavar e desinfetar a bateria ou a gaiola toda vez que dela for retirado um lote.
- Vacinação. As codornas devem ser vacinadas contra as doenças de Newcastle e Coriza, por se constituírem naquelas de maior importância econômica.
* Vacinação de Newcastle:
- 1ª dose. Aos 21 dias de idade, vacina vírus vivo, amostra La Sota - via ocular, instilando-se uma gota de vacina no olho.
- 2ª dose. Aos 45 dias de idade, vacina vírus morto, oleosa -via injetável, no músculo do peito, ou subcutânea, na dose de 0,5ml (meio mililitro).
* Vacinação de Coriza Infecciosa:
- 1ª dose. Aos 28 dias de idade, vacina amostra morta, a absorvida em hidróxido de alumínio - via injetável, no músculo do peito ou subcutânea, na dose de 0,5ml.
- 2ª dose. Aos 45 dias de idade, vacina amostra morta, emulsão oleosa - via injetável, no músculo do peito ou subcutânea, na dose de 0,5ml.
- Vermifugação . Aos 30 dias de idade, vermifugar as aves, através da ração, com drogas à base de mebendazole. Repetir a medicação 3 semanas após. A dosagem deverá ser o dobro daquela recomendada a galinhas.

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